Uma areia cor de canela sugou meu sangue, água infértil a limpou, jorrando logo após excremento.
Uma mulher em um lado do ovo, como se fosse um canto, em posição de cócoras. Do outro lado um homem. A frente uma qualquer dorme um sono aliviado.
-Vem mais perto. Ele disse e ela foi.
-Eu quero carinho.
Deu algum carinho sem vontade, ela logo se acoplou na sua costela, refazendo o mito.
Da costela sai você, em um gozo pequeno e desconfortável, para escarnecer. Uma escolha pueril, um trauma adolescente, ecoa, ecoa, ecoa. Um mundo em a se confunde ao sabor doce e ao mesmo tempo azedo de um morango. Um mundo em o se faz em imaginações orgásticas. Isso é do homem, é o que dizem quando olham para você.
Uma mulher em um lado do ovo, como se fosse um canto, em posição de cócoras. Do outro lado um homem. A frente uma qualquer dorme um sono aliviado.
-Vem mais perto. Ele disse e ela foi.
-Eu quero carinho.
Deu algum carinho sem vontade, ela logo se acoplou na sua costela, refazendo o mito.
Da costela sai você, em um gozo pequeno e desconfortável, para escarnecer. Uma escolha pueril, um trauma adolescente, ecoa, ecoa, ecoa. Um mundo em a se confunde ao sabor doce e ao mesmo tempo azedo de um morango. Um mundo em o se faz em imaginações orgásticas. Isso é do homem, é o que dizem quando olham para você.