Queimar de amor
Queimar de amor, mas nunca juntos
Recortes e pausas, fronteiras que colamos
proibimos
e trazem consigo um crocodilo fumante,
um viajante do egito, um pai educado
com livros em casa desconhecendo um opressor
como cada parte da língua.
Na ponta
o doce da prisão
Memórias das carnes que você comeu
E dos resquícios da colônia.
A língua de contato com raízes
Este lugar inabitável de opressão doce e cristalina
Mas quando a história de amor se endereça
A língua se entrelaça
desmancha açúcares.