Para Luiz
eu espero,
sentada numa esquina de mesas em restaurantes
ao redor de estudantes envidraçados
em tetos que despencam o não sentir.
eu espero,
em fundos de luz azul
em boatos de dor e dor e dor
e olhares que apontam
eu te vejo
e nego junto do chão
concavo em desequilíbrio
eu te vejo
achatado em mãos
sujas de quem está no cio.
amei, obrigado por dedicar. é incrivel sua capacidade de escrita do pouco por uma coisa tão profunda. sempre te adimirei muito
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